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domingo, 6 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
ASL 45 ANOS - A ACADEMIA SUL-MATO-GROSSENSE DE LETRAS E SUA HISTÓRIA
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No dia 30 de outubro de 1971, Ulisses Serra fundou a Academia de Letras e História de Campo Grande, tendo como cofundadores José Couto Vieira Pontes e Germano Barros de Sousa.
Logo foram incorporados outros intelectuais, como J. Barbosa Rodrig... |
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
PREFEITURA DE ANASTÁCIO - MS
Prefeitura Municipal de Anastácio-MS, Notícias e informações, serviços aos cidadãos e servidores públicos.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Édson Paim doa três livros autorais à Academia
Sul-Mato-Grossense de Letras
José Pedro Frazão
Durante
o Chá Acadêmico realizado em Campo Grande, dia 27 de outubro, pela
Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, evento alusivo
ao 45º aniversário da instituição, o coronel aposentado e escritor
Édson Nogueira Paim foi recebido pela diretoria do sodalício, como
convidado, e ofertou três livros (dois de sua autoria: “Sistemismo” e
“Sistemas, Ambientes & Mecanismos de Controle”, e um
de sua esposa, Rosalda Paim: “Teoria Sistêmica ecológica cibernética de
enfermagem”), que passarão a integrar o acervo da biblioteca daquela
casa de letras.

Na
ocasião, Paim, que também é presidente da Fundação Portal do Pantanal,
efetuou a entrega de suas obras ao presidente da ASL,
Reginaldo Alves de Araújo, que se fazia acompanhar dos diretores
Rubenio Marcelo (Secretário-Geral) e José Pedro Frazão (Secretário).
Nesse
chá Acadêmico, o palestrante da noite foi o escritor Eduardo Mahon,
ex-presidente da Academia Mato-Grossense de Letras,
que veio de Cuiabá para também lançar o seu novo livro, intitulado "O
Fantástico Encontro de Paul Zimmermann" – transformando o tradicional
chá literário em Noite de Autógrafos, animado que foi pelo cantor e
compositor ZéDu.
Além
da entrega dos livros, que foi um ato de cortesia, Édson Paim retribuiu
o convite da Academia com a sinalização de futura
parceria entre a ASL e a Fundação Portal do Pantanal, sobretudo, no
âmbito da educação, da comunicação e da cultura, em que poderão
desenvolver conjuntamente projetos a serviço da comunidade.quarta-feira, 2 de novembro de 2016
José Pedro Frazão - Academia Sul-Mato-Grossense
de Letras
CLIQUE E LEIA
http://acletrasms.com.br/membro.asp?IDMCad=52
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Relação dos 599 Blogs da Parceria: Fundação Portal do Pantanal/ Painel do Paim
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Postado por: Ygor I. Mendes
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Postado por: Ygor I. Mendes
domingo, 5 de abril de 2015
O que a mídia não disse sobre Rogério Chequer
2/4/2015 13:22
Por Redação, com Pragmatismo Político - de São Paulo
Por Redação, com Pragmatismo Político - de São Paulo
Rogério Chequer está sendo tratado como o novo herói de boa parte da imprensa brasileira. Ganhou espaço nas páginas amarelas da revista Veja, e, no programa Roda Viva da TV Cultura, comandado por Augusto Nunes, colunista de Veja, encarou perguntas tão confortáveis que parecia haver ali um cenário previamente combinado entre entrevistadores e sabatinado.
Sem se dar por satisfeito após ler a entrevista de Chequer na Veja e assistir ao seu Roda Viva, o jornalista independente Fernando Brito descobriu, com uma breve pesquisa, coisas que os profissionais dos supracitados meios de comunicação não quiseram vasculhar ou fingiram não se interessar.
– Chequer vivia, até poucos anos atrás, nos Estados Unidos. Lá era sócio de uma empresa chamada Atlas Capital Manegement, que geria fundos de investimentos junto com David Chon e Harry Kretsky. Apenas um dos fundos, o Discovery Atlas Fund (do qual Chequer também era sócio), tinha US$ 115 milhões (R$ 360 milhões) em ativos – conta Brito. As informações são do Institutional Investitor.
Chequer, não se sabe a razão, deixou a sociedade que cuidava de fundos milionários nos EUA e voltou ao Brasil para se tornar sócio dos primos numa agência especializada em produzir apresentações de ‘power point’. É sabido, porém, que o líder dos atos anti-Dilma é réu em um processo na Corte Distrital do estado americano de Connecticut, aberto em 2012 pelo seu ex-sócio Robert Citrone (dono da Discovery Atlas), um bilionário que integra, inclusive, a lista dos homens mais ricos do mundo da Forbes.
Fernando Brito conta que a curiosidade sobre a trajetória de Chequer surgiu naturalmente, já que os grandes veículos de comunicação lhe concederam o título de nova celebridade política.
– Ele [Chequer], como qualquer pessoa, tem o direito de se manifestar. Mas quando o tornam uma figura pública, uma “referência nacional”, o que ele faz, fez e qual é a sua trajetória passa a interessar e é dever dos jornalistas informar, salvo se não tiverem interesse em saber de onde vem o personagem que promovem nacionalmente – afirma.
Wikileaks e Stratfor
Brito foi além, e no último dia 28 de março descobriu que o nome de Chequer consta na lista da empresa de inteligência global Stratfor (também chamada de CIA of Shadow) – o arquivo foi vazado pelo Wikileaks, que teve acesso a mais de 5 milhões de e-mails confidenciais da empresa. Rogério Chequer aparece no arquivo identificado com a companhia “cyranony”. Seu nome está na 13ª linha do arquivo, que pode ser baixado diretamente do site do Wikileaks aqui.
– Existe, de fato, uma companhia Cyrano NY, LLC, registrada como “companhia estrangeira” no Estado de Delaware, um paraíso fiscal dentro do território americano, e assim reconhecido até pela Receita Federal brasileira – diz Fernando Brito.
Como já noticiou Pragmatismo Político em diversas oportunidades, a Stratfor foi acusada de envolvimento em tentativas de golpes de estado em vários países e atua fortemente no setor de manipulação de interesses estratégicos. Um dos e-mails fala da insatisfação da Stratfor com a rejeição do ex-presidente Lula aos caças norte-americanos e sugere uma relação da empresa com um grande jornal brasileiro.
São ainda misteriosas as razões que fizeram Chequer abandonar uma aparente vida empresarial de sucesso nos Estados Unidos para regressar ao Brasil. Espera-se, no entanto, que o líder de um movimento que apregoa a “transparência” como bandeira principal explique-se publicamente.
– Não acusamos Chequer, embora ele, como figura pública que é, agora, talvez pudesse explicar o que fez desde que seus negócios saíssem de um estado glorioso que tinha como dono de um fundo de investimento nos EUA e viesse, em 2012, se tornar sócio dos primos numa agência de publicidade especializada em produzir apresentações de “power point” – questiona Brito.
Chequer e Olavo de Carvalho
Na última semana, o astrólogo Olavo de Carvalho, uma espécie de cardeal da extrema-direita brasileira chamou Chequer às falas. Pelo Twitter, Carvalho ironizou o líder do Vem Pra Rua, referindo-se a ele como “Chequer Semfunds”, “Talão de Chequer” e como alguém adepto à “paumolice tucana” (referência ao fato de o grupo ser ligado ao PSDB). O astrólogo estava insatisfeito porque Chequer e o Vem Pra Rua não haviam ainda assumido posições mais incisivas em defesa do impeachment da atual presidente.
Pouco tempo depois de ser repreendido, Chequer prestou esclarecimentos a Olavo – foi quase um pedido de desculpas. A conversa surtiu efeitos. Chequer quis provar que se despira do manto da “paumolice tucana” e, imediatamente, procurou o jornal O Estado de S.Paulo para anunciar publicamente uma redefinição de posições. Ficou decidido que ele e o Vem Pra Rua dariam sustentação oficial aos pedidos de impeachment.
O jornalista Fernando Brito, que também acompanhou o episódio, comparou a subserviência de Chequer diante de Olavo com o recuo de Marina após a pressão do pastor Silas Malafaia para que a ex-presidenciável do PSB alterasse pontos polêmicos do seu programa de governo.
– Note-se-lhe a firmeza de convicções e de caráter – afirmou Brito, referindo-se à repentina mudança de posicionamento de Chequer depois da consulta com Olavo.
Futuro
Chequer deveria explicar por que saiu às pressas dos Estados Unidos, os motivos de sua pendência judicial e o fato de ser uma das possíveis fontes de informação da empresa americana de inteligência Stratfor – um braço privado da CIA que tenta aplicar golpes de Estado em países cujos governos não são simpáticos (leia-se, alinhados) à Washington. Não o fará, porém, se depender dos grandes conglomerados de comunicação do Brasil. Há algo em comum entre Chequer e a grande mídia brasileira: a falta de compromisso com o Brasil.
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